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quinta-feira, 20 de março de 2014

Toró de Miolo #4: O Hobbit


Toró de Miolo é uma animação nacional para internet, elaborada em conjunto por Amazing Pixel (Jovem Nerd), Estúdio Pix e eu, fazendo as vozes dos personagens, juntamente com minha esposa Fran Briggs.

Toró de Miolo #3: Star Wars e 24 Horas


Toró de Miolo é uma animação nacional para internet, elaborada em conjunto por Amazing Pixel (Jovem Nerd), Estúdio Pix e eu, fazendo as vozes dos personagens, juntamente com minha esposa Fran Briggs.

Toró de Miolo #2: Gravidade e Nonsense


Toró de Miolo é uma animação nacional para internet, elaborada em conjunto por Amazing Pixel (Jovem Nerd), Estúdio Pix e eu, fazendo as vozes dos personagens, juntamente com minha esposa Fran Briggs.

Toró de Miolo #1: Batfleck e Prometheus


Toró de Miolo é uma animação nacional para internet, elaborada em conjunto por Amazing Pixel (Jovem Nerd), Estúdio Pix e eu, fazendo as vozes dos personagens, juntamente com minha esposa Fran Briggs.

domingo, 23 de junho de 2013

Nerdcast: Orlando Drummond


Entrevista que o querido e amado mestre Orlando Drummond deu para os amigos do Jovem Nerd. Finalmente coloquei no meu canal particular do YouTube, para quem quiser curtir e compartilhar com outros fãs do Dru. Para ouvir, se divertir e se emocionar com esse grande artista, dono de um lindo coração e de um humor impressionante.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Jailson atacando Dr. Caravelas, por Janio Garcia

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Recebi de presente do incrível ilustrador Janio Garcia mais esta linda (e perturbadora) ilustração do meu personagem, Doutor Caravelas sendo atacado pelo porteiro Jailson, no Nerdcast 342: Audio Drama T-Zombii - A Gravação dos Mortos. Muito obrigado, Janio, você é incrível!!! Hahahaha... PORRA, JAILSOOOON!!!!  :D

Conheça mais o trabalho desse artista! 

 http://janiogarcia.carbonmade.com 
 http://janiogarcia.blogspot.com

sábado, 5 de janeiro de 2013

Ilustração do Doutor Caravelas, por Janio Garcia

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Recebi de presente do incrível ilustrador Janio Garcia esta linda ilustração do meu personagem, Doutor Caravelas, no Nerdcast 342: Audio Drama T-Zombii - A Gravação dos Mortos. Muito obrigado, Janio, eu adorei, ficou genial! =) 

Conheça mais o trabalho desse artista! 

 http://janiogarcia.carbonmade.com 
 http://janiogarcia.blogspot.com

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

GRAVANDO O MÉDICO DOS MORTOS!


Muitas pessoas aqui e no Twitter me perguntaram como foi a experiência de fazer o Doutor Caravelas no NERDCAST 342 – AUDIO DRAMA – T-ZOMBII: A GRAVAÇÃO DOS MORTOS.

Eu sempre quis fazer um áudio drama com naturalismo absoluto e essa história de terror ao mesmo tempo fantástica e realista foi uma excelente oportunidade. A preparação começou com uma conversa com os amigos Alexandre e Deive, do Jovem Nerd, com o irmão Léo Lopes (que genialmente sonorizou toda a nossa aventura) e o envido do texto brilhantemente escrito pelo Fábio Yabu. Li pelo menos umas 3 vezes, com cuidado, absorvendo cada passagem de tempo do personagem e do que estava acontecendo ao seu redor. A qualidade na descrição das cenas, das motivações e das idiossincrasias, virtudes, falhas e fraquezas dos personagens estava muito bem explorada, de uma forma honesta, direta. Yabu, como sempre, se dedicou e pesquisou muito, assistiu vídeos de autópsias e fez o dever de casa direitinho. O próprio Alexandre (Jovem Nerd) comentou que ele parecia uma máquina escrevendo, todo entusiasmado com o projeto. 

Na decisão técnica da gravação da mecânica das cenas, após conversar com o irmão Léo Lopes, procurei me posicionar como Caravelas estaria na vida real, em seus afazeres, dissecando cadáveres e seguindo com suas ações rotineiras do dia a dia. Imaginei como ele moveria seu corpo, como falaria ao gravador, como seria essa relação com o mesmo, que também acaba se transformando em um personagem da história, sendo uma máquina de confidências e testemunha fria das atrocidades que acontecem ao redor do pobre médico. Se Caravelas estava analisando algum corpo em cima da mesa, eu me posicionava da mesma forma, fingia que existia uma mesa na minha frente, calculava a altura e o comprimento da mesma e deixava o gravador ao lado ou passando de mão em mão, como um médico faria, para se apoiar e reclinar o seu próprio corpo, se aproximar ou afastar do morto que estaria observando ou estudando. O Caravelas não poderia passar experiência como um ator ou dublador teria, de não deixar o som ficar rachado, com pops e pufs na gravação. Naturalmente você deveria escutar os dedos dele passeando pelo corpo do gravador, esbarrando em botões, no próprio microfone, a respiração descontrolada, etc. Em cenas de tensão, como nas que ele foi levado a força por guardas, eu gravei com dois colegas atores, que realmente me puxaram e me conduziram, comigo protestando, gritando. Ao observar os vizinhos, também me agachei e olhei a janela aqui de casa mesmo. Deitado na cama, me vi morrendo de sede, com a boca seca, fraco e com tonturas enquanto balbuciava palavras para a minha amada, com a mão tremendo. O ataque do Seu Francisco foi feito com um colega realmente me atacando, para passar a veracidade do deslocamento do microfone e os esforços de nossos corpos lutando. Tudo foi estudado e ao mesmo tempo tratado com um teor forte de caos, para jamais a técnica retirar a realidade dramática. 

A dicção de Caravelas deveria ser completamente natural, solta, falha, suja por vezes, como a de uma pessoa e não de um ator preocupado em ser entendido. Isso é de extrema importância e faz toda a diferença. Ritmos e velocidades da fala deveriam ser espontâneas, sem se preocupar com criação de clímax ou de melodias pré-concebidas. Na maior parte das vezes, diria que 90% das falas, eu fiz sem ensaio algum, gravei direto, para me possibilitar muitos erros, tropeços e tentativas naturais. Como eu já tinha lido previamente vários dias antes, quando estava efetivamente gravando, já tinha esquecido mais ou menos várias partes, o que era excelente pro resultado final. É extremamente irônico isso, um ator deve se preparar, se construir, para depois se desconstruir e deixar que o personagem o conduza pelas cenas. 

O grande segredo para se obter uma naturalidade nas falas do doutor Caravelas é simples e ao mesmo tempo complexa: você tem que buscar a VERDADE do personagem a todo tempo e sentir a realidade dos acontecimentos ao seu redor. Não basta imaginar "o Caravelas faria assim nessa situação" e sim vivenciar psicologicamente. O grande problema é quando um ator apenas dá as falas com intensidade programada, tecnicamente apenas, e não se entrega, não “se suja com a realidade”. Essa programação calculada sempre será sentida por um público sensível. Se o ator pelo menos faz com honestidade suas cenas, concentrado, dizendo as verdades que o personagem exige e que naturalmente puxa de você, a cena não funciona na cabeça do público. Ainda mais em um áudio drama, sem imagem, onde somente as vozes e a interpretação são os condutores, que abrem e fecham portas de possibilidades. 

Um detalhe curioso deste Nerdcast foram as reações dos ZUMBIS, que eu mesmo gravei. Devo ter feito mais de 20 minutos só de gritos, uivos, gemidos de sofrimento, frustração, lamento, medo, ódio e todos os sentimentos que um morto vivo deveria ter (eu acho). Fico imaginando se meus vizinhos não ficaram um pouco preocupados... 

Depois da publicação do Nerdcast, ao ver o feedback tão positivo e intenso dos fãs, com diversos depoimentos de pessoas assombradas com o nível de realismo, maravilhadas com a sonorização do querido Léo Lopes, com medo de muitas cenas e a comoção pelo sofrimento de Caravelas e de outros personagens, fiquei muito feliz. A conexão foi estabelecida e o público sentiu empatia pelo que estava acontecendo. Isso é de uma felicidade extrema para quem trabalha com arte. 

Como dizia Leon Tolstoi: "A arte não é um trabalho manual, ela é a transmissão de sentimento que o artista experimentou."

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Sílvio Santos e o Gollum!


O dia em que Gollum foi ao programa do Sílvio! Gravado originalmente para o Nerdcast (do Jovem Nerd) sobre O Hobbit em 2008.

sábado, 17 de setembro de 2011

Gravando Áudio-Dramas para o Nerdcast do Jovem Nerd



É com muita alegria que sou convidado em várias oportunidades pelos amigos Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Deive Pazos (Azaghâl) para gravar áudio-dramas para o Nerdcast do Jovem Nerd. Já abordamos vários temas e livros, como O Mochileiro das Galáxias, Isaac Asimov, 1984, O Aleph de Paulo Coelho e mais recentemente Filhos do Éden, que foi uma experiência muito prazerosa, pois é o trabalho de nosso amigo Eduardo Spohr.

Super audição.


Até pouco tempo eu gravava com o mesmo headset que me foi dado de presente pelo próprio Deive para participar dos podcasts. Serve muito bem para o bate papo animado que temos nos programas, mas para a leitura dos dramas e criação de áudios para o meu blog, para meus vídeos do Tobias, entre outras coisas, eu estava realmente decidido em investir em um microfone e gravador digital. 


Numa viagem a São Paulo, quando participei da Campus Party e do evento Anime Dreams, o querido Gustavo Guanabara me apresentou, na casa do nosso amigão Léo Lopes (do Radiofobia), a esse pequeno dróide sonoro (como costumo chamar secretamente). Foi amor a primeira vista. Comprei o meu ZOOM e fiquei muito satisfeito com ele. 


Experimentei andar com o bichinho pelo apartamento e tomei vários sustos, pois me senti como um homem biônico recém saído da mesa de cirurgia de implante, como se tivesse audição de Superman, com seus sentidos ampliados, extremamente aguçados. Ele captava desde os passarinhos piando ao passar pela varanda e os pombos arrulhando no telhado do vizinho até os mensageiros de vento ao longe. Os passos, o barulho da roupa, estalar do chão de tábua corrida, a panela de pressão na cozinha, minha sogra mexendo nas gavetas na arca da sala, Falcor dando umas miadinhas sociais, tudo era captado. Eu estava muito feliz, maravilhado com a potência do ZOOM.




Pré-Produção e marteladas na parede.


A gravação das leituras dramatizadas começam quando o Alexandre me dá uma ligada pra saber do meu tempo disponível durante a semana. Confesso que sempre que vejo no identificador de chamada o nome dele já fico feliz e falo mentalmente: "Oba"!" Batemos um animado papo sobre como ele e Deive querem a leitura, acertamos o prazo, pra que não fique muito em cima pra eles editarem e depois recebo por e-mail o texto completo, com mais algumas orientações e detalhes diversos. Ligo de volta, tiro dúvida que ainda possam surgir e pronto. Agora é só estudar direitinho e com calma o texto e gravar. É muito importante relembrar sempre que o Alexandre e o Deive fazem um trabalho impressionante na edição, varando madrugadas, passando noites em claro para apresentar um Nerdcast extremamente rico sonoramente. Esse trabalho em equipe é muito fluido entre nós, nos entendemos perfeitamente e curtimos o que cada um faz. Estou sempre aberto a repetir, me aprimorar, seguir qualquer orientação que os dois possam me dar para ficar um trabalho bem feito para os ouvintes. É fundamental essa troca, sempre com críticas construtivas, dos dois lados.


Gravo na maior parte das vezes no meu quarto de casal. Fecho as janelas, a porta do quarto, do banheiro da suíte, tento isolar o máximo que posso o áudio. Sento confortavelmente no fundo da cama e aproveito mais um pouquinho de acústica do armário embutido, já que a cama é contornada por ele. Com essa "cabine" improvisada e inesperada, eu faço minhas leituras, sempre torcendo pra algum vizinho não resolver começar alguma obra, reforma ou que dê marteladas na parede. Martelada na parede é fatal, nada segura esse som poderoso. Pior do que isso, talvez somente o carro do ferro velho (tenho certeza que ele é um Decepticon disfarçado) que passa na rua com seu sistema de auto-falante assustador. Como o microfone é poderoso, já pesquei esse carro ao fundo falando: "Ar condicionado velho... geladeira velha... ferro de passar velho... carro do ferro velho... passando na sua... rua..." - com aquela voz monótona e cavernosa (que eu adoro, tá confesso, confesso...)




Gravando! Submergir submarino!


O momento que eu mais gosto é o imediatamente após a segunda ou terceira leitura geral do texto, quando minha compreensão de como é a psicologia de cada personagem, de como vai ser o estilo do narrador se estabelece e eu começo efetivamente a gravar. Quem me conhece pessoalmente, sabe que tenho uma coisa muito lúdica e por vezes infantil conectada com minhas atividades artísticas, o que deixa o trabalho criativo ainda mais divertido. Abstraio o mundo exterior, fico imerso numa outra realidade sensorial fascinante, num grande oásis de experimentações que vão surgindo nas páginas que vou lendo... e também fico totalmente com a cabeça nas núvens, distraído. Pode explodir uma bomba do meu lado que nada acontece. Tá... bomba não, estalinho, então... 


A imagem divertida que se forma na minha cabeça, quando estou me concentrando cada vez mais, é a de um submarino que vai descendo, submergindo cada vez mais em águas cada vez mais silenciosas e tranquilas. É como se o papel começasse a ficar transparente e eu pudesse ver através dele um mundo se descortinando, com sua temperatura, cheiros, texturas e gostos aos poucos se materializando. Em um determinado instante, é como se o "submarino da concentração" saísse das águas tranquilas e escuras e começasse a receber aqueles raios de luz do entendimento, varando o manto negro da água acima de sua cabeça. Interpretar um texto de livro é uma experiência mágica. A palavra tem uma força impressionante, ainda mais do que sequer imaginamos, quando proferida. 


Aposto que você vai se lembrar desse submarino quando for ler um livro, né?




Essa imersão que um ator experimenta é um de seus maiores estímulos, pois é como se pudéssemos ser transportados por vários instantes a um outro corpo, em outro mundo. Isso acontece comigo durante filmagens também, quando resolvo fazer meus filminhos malucos para o Teatro de Bonecos. Pego a câmera, sem script, sem uma organização prévia, sem combinar com outras pessoas e inicio a gravação, totalmente solto e sem preparo. Procuro chegar em um estágio máximo de distração, onde o que importa é captar o que está naturalmente acontecendo ao meu redor. Claro, não vou cair em um bueiro na rua, imaginando que é um túnel para outro universo paralelo, mas confesso que tenho a atenção redobrada quando gravo na rua, justamente para evitar esse tipo de coisa. Já pensou? Eu e Tobias entalados em um bueiro? 


...Você está rindo por que?


Uma voz solta no espaço...


Muitas vezes escutamos um ator, durante os bastidores de algum filme ou seriado, comentar que seu personagem não responderia emocionalmente do jeito X ou Y em determinada situação. Ele fala isso pois realmente acaba conhecendo o personagem como se este estivesse vivo, tamanho envolvimento que experimentou.


No caso da leitura dramatizada de um livro, essa entrega emocional, a soltura das amarras da realidade é importantíssima, pois temos apenas a visualização mental de todo o universo descrito pelo autor e o ator deve saber como passar através de uma voz solta no espaço, no caso, a sua, tudo que é necessário para a plena experiência. A gradação emocional será dada na mesclagem entre a força da palavra do livro e a interpretação do ator, que irá conduzindo passo a passo a entrada em novos ambientes, novas situações e seres do livro. A atenção do leitor deve ser conquistada aos poucos. Os personagens vão sendo calibrados, temperados através das diversas e sutis nuances que surgem de cada frase dita, de cada mudança de timbre ou de intenção. 




Organizando e finalizando.


Algumas vezes eu gravo durante alguns dias, dividindo, um pouco cada vez, mas em outras, prefiro reservar uma tarde e mergulhar no processo inteiro. Logo depois que termino, dou uma editada no Sony Vegas Pro 9.0 (que também utilizo para editar os vídeos aqui do blog) ou no Sound Forge, escuto novamente tudo que fiz e regravo alguns pontos que precisam ser melhorados ou que tiveram algum problema no áudio, barulho externo, etc. 


Finalizada essa parte, divido em várias partes zipadas e coloco online em um servidor para que o Alexandre possa baixar aos poucos e começar o trabalho de sonorização e edição de minhas falas.


Depois disso tudo, o grande presente, para todos nós: poder escutar um Nerdcast quentinho, saído do forno, após todo o trabalho e dedicação empregados durante várias horas criativas. Para mim, é o momento da redescoberta do que fiz, pois com os efeitos sonoros, com a música criando toda a ambientação, com o timing ajustado, tudo ganha uma nova cor. É uma das coisas mais gostosas para um artista essa ação conjunta entre amigos para gerar uma obra, que será sempre lembrada, toda a sua jornada, desde os primeiros passos até sua conclusão e publicação no site do Jovem Nerd.




Um livro inteiro?


Se um dia faremos uma leitura dramatizada de um livro inteiro? Essa é a pergunta mais comum que muitos ouvintes nos fazem. Com certeza vontade não nos falta. O trabalho seria intenso, colossal. Teríamos que coordenar isso tudo com muito cuidado, todos os aspectos do processo, com extrema organização e paciência. Para sonorizar e musicar alguns trechos de um livro, como o Filhos do Éden, do nosso amigo Dudu Spohr, levamos várias e várias horas, até dias inteiros debruçados no projeto, cada um com sua parte. Agora imaginem um livro inteiro de mais de 400 páginas...



Escute agora os trechos selecionados com os Áudio-Dramas que gravei para o Nerdcast sobre o livro "Os Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida", de Eduardo Spohr =) 

Para ouvir o Nerdcast inteiro, clique AQUI =)



























sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Bastidores do Nerdcast com Orlando Drummond



Foi com uma imensa e indescritível alegria que eu acompanhei os meus amigos Alexandre Ottoni e Deive (Azaghâl) do Jovem Nerd na entrevista especial que meu gurú, meu mestre Orlando Drummond concedeu. Clique aqui, no link do Nerdcast para ouvir e se emocionar e dar muitas risadas.

Entre causos engraçadíssimos, que só o Drummond consegue contar com seu estilo delicioso de se ouvir, fomos testemunhas na alma doce, brincalhona e terna desse homem de mais de nove décadas de estrada, de trabalhos no rádio, na televisão e principalmente na dublagem, seu celeiro, seu recanto, de união com sua família, de verdadeira adoração por parte de seus colegas e motivo de festa onde quer que ele vá. Dru é um ícone, um exemplo para todos. Nosso "papai" na dublagem, o homem que sempre chega pra gravar com bom humor, contando piadas, relembrando suas travessuras - e aprontando novas - encantando e iluminando nossas vidas.


Ao meu mestre, com carinho, deixo esse registro em vídeo, que nada mais são do que alguns fragmentos captados pela minha câmera em sua residência, enquanto gravávamos o programa, com participações de sua esposa Gloria, seu netinho Dudu Drummond e da pequena cachorrinha Maggy. Ao irmos embora, de sua vila tão bonita, rodeada por árvores e casas, demos uma última olhada para a casa da família e lá estava Drummond com a esposa, dando adeus e acenando, com sua característica elegância e simpatia. 

"Recomendo sempre o Humor. É a coisa mais parecida com o Amor." (Orlando Drummond)







Não esqueçam de deixar suas mensagens aqui no blog! Vou imprimir todas pra levar pessoalmente para o querido Orlando Drummond ler! =)


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Como o Grinch roubou o Nerdcast de Natal!

Gravei para meus amigos queridos Alexandre (Alottoni) e Deive (Azaghâl) do site Jovem Nerd que participo um Nerdcast especial nesse final de ano. Os dois tiveram a divertida idéia de fazer um programa que fosse simplesmente roubado por duas figuras antológicas do universo literário mundial e que eu tive o prazer de dublar: Grinch e Scrooge (interpretados no cinema pelo Jim Carrey).


Na foto acima: Olha a concentração da criança, para poder pegar o espírito! 

Eles me enviaram os tópicos, orientações, sugestões super divertidas do que os dois personagens poderiam fazer na sua "escrotização" generalizada do assalto digital ao podcast e eu organizei um script para me orientar e criei os diálogos de Grinch e Scrooge, que interagiram "tocando" (porcamente) a gravação e lendo os e-mails de alguns ouvintes.


O resultado pode ser conferido no site do JOVEM NERD! Embuste!! =B

Para quem quiser baixar o script para ouvir acompanhando, aqui está o SCRIPT de "Como o Grinch Roubou o Nerdcast"

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

TELETON 2010 - OS VÍDEOS!

Confira agora o vídeo em 2 partes de nossa participação no TELETON 2010 junto com outros blogueiros e twitteiros no dia 6 de novembro.

Eu e Fran fizemos parte da bancada de blogueiros e twitteiros que ajudaram a divulgar com seus blogs e twitters o grande trabalho que a AACD faz por pacientes que necessitam de cuidados especiais. Nossos amigos Alottoni, Azaghâl (do Jovem Nerd) e Maurício Saldanha (Cabine Celular) estiveram também com a gente no mesmo horário! =)

DISPONÍVEL em HD!! CLIQUE em 720p para ASSISTIR em ALTA DEFINIÇÃO!!!




sábado, 28 de agosto de 2010

Presentes que ganhei da Família Jovem Nerd!


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1- Camiseta "No Meu tempo"
2- Camiseta "Acre, Você Acredita? 2.0"
3- Grinch de pelúcia!
4- Caneca Nerdcast
5- Caneca Sr. K
6- Toalha "I Want to Believe"
7- Jogo extra de Toalhas (pra família toda!)
8- Bilhetinho especial (que eu amei hahaha)



Meus amigos do JOVEM NERD me enviaram um presente lindo em forma de um pacotão de alegria aqui pra casa! Para a minha surpresa, quando eu abri a caixa enorme - que cheguei a pensar "que boneco gigante é esse que eu encomendei e que não me lembro?", ou ainda: "será que me enviaram um gato pelo correio?" encontrei vários produtos da NERDSTORE junto com um boneco de pelúcia que compraram durante a NERDTOUR que fizeram recentemente nos Estados Unidos. Eu só tenho a agradecer a amizade, o carinho e respeito que tenho recebido deles durante esses anos. Gosto muito de vocês, continuem com esse espírito criativo e empreendedor sempre :)




Agora esse bilhetinho... nossa, sem palavras hahahaha... Morri de rir... Só meus queridos amigos do Jovem Nerd mesmo :) (clique pra ampliar)






E quem saiu ganhando também foi o nosso gatão FALCOR, que amou a caixa dos presentes e já inaugurou com uma gostosa soneca...

quinta-feira, 4 de março de 2010

JOVEM NERD ALPHA: Tobias e eu!

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Olha que lindo esse desenho que ganhei de presente! Ele faz parte da saga Jovem Nerd Alpha, que tem desenhos e argumentos do meu querido amigo Leandro Caracciolo. Para ler os episódios, visite o site do JOVEM NERD. Aqui está o primeiro! Depois vá acompanhando, toda semana! =D

sexta-feira, 19 de junho de 2009

NERDCAST sobre STAR WARS: O IMPÉRIO CONTRA-ATACA

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Esta sexta, dia 19 de junho vai ao ar no site JOVEM NERD o Nerdcast 166 que eu participei com os queridos amigos Alexandre Ottoni (Jovem Nerd), Deive Pazos (Azaghâl) e Eduardo Spohr (o autor do livro "A Batalha do Apocalipse"). Num bate papo muito gostoso e divertido, conversamos sobre STAR WARS Episódio V: O Império Contra-Ataca. Nós destrinchamos o filme, falamos sobre nossas infâncias e memórias dessa época, tudo num clima descontraído e espontâneo. As horas voaram, literalmente e quando o Alexandre disse "valeu, pessoal!" - eu e o Eduardo nem acreditamos! Parecíamos crianças, pedindo mais, mais e mais...

Bom, pra comemorar, o Eduardo fez uma charge com seus bonecos - veja a imagem ACIMA - eu fiz uma também, inspirado na que ele fez - veja a imagem ABAIXO. Foi um verdadeiro festival de teatro de bonecos! Conheçam então agora, o teatrinho que o Eduardo Spohr fez e, em seguida, o meu. Ah sim... e não deixem de baixar e ouvir o NERDCAST sobre STAR WARS Episódio V: O Império Contra-Ataca! Que a Força esteja com todos nós, Nerds! ^__^

Clique na imagem para ampliar!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

DIA da TOALHA & Do ORGULHO NERD!


Segundo nossos queridos amigos do site JOVEM NERD:

Todo dia 25 de maio é celebrado mundialmente o Dia da Toalha em homenagem a Douglas Adams, o megaboga autor da saga Guia do Mochileiro das Galáxias.

É bem sabido que todo mochileiro interestelar pode esquecer qualquer coisa, menos a sua toalha. O Guia diz:

“A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon;

Pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas do rio Moth;

Pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você - estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz);

Você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro;

E naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc., etc.

Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.”