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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Fotos Bizarras: Frango 100 Nome

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Minha amiga Yuna, parceira nessa catalogação de criaturas, objetos e locais estranhos me enviou para apreciação essa estranha foto. Trata-se de uma "lanchonete" de um afastado bairro aqui no Rio de Janeiro. Fiquei deveras assombrado e tive que fechar as janelas para que nada entrasse ou saísse de meu escritório, mesmo sabendo que isso é apenas um placebo, pois os vidros da janela não filtram energias ou seres etéreos.

Claro, eu sei, parece loucura, parece uma insanidade minha, mas eu sempre procuro ser uma testemunha imparcial de minhas investigações espontâneas. Eu apresento a evidência e depois todos podem analisar e tirar suas conclusões; sejam estas científicas, paranormais ou mesmo no terreno fértil do achismo popular.

"Frango 100 Nome" diz o cartaz, anunciando ao mundo, ou pelo menos para aquela pequena localidade, desejos, ambições ou objetivos sombrios e assustadores. Passei a imagem pelo meu detector de espectros e vi pequenas órbitas de energia pairando no ar; o que é sempre indicativo de atividade paranormal. Elas singravam em direção ao céu, como se tivessem alcançado sua libertação depois de vidas enclausuradas na carne comum. Mais tarde, percebi que na verdade eram pequenas partículas de gordura e poeira que grudaram no celular de Yuna.

Mesmo assim, o que leva uma pessoa a colocar esse tipo de nome em uma lanchonete? 100 frangos teriam perecido em algum ritual crocante (ou à milanesa) de iniciação dos negócios, acompanhados de arroz soltinho e feijão com paio, batata frita, farofa de ovo com moela, coraçãozinho, azeitona e bacon? Será que o "Nome" só pode ser pronunciado pelos membros de alguma seita oculta, "aquele frango que não pode ser nomeado?". Existe, penso eu, alguma sociedade secreta que vive nos subterrâneos de nossas cidades, que se revezam para estudar nossos costumes? Não esqueçam que faz alguns anos existia a marca "Sorvete Sem Nome", o que me causa calafrios até hoje.

O que me move é a FOME do conhecimento, principalmente quando vem acompanhada de uma comida quentinha, pois saco vazio não para em pé...

Continuo minha pesquisa informal sobre as locais, criaturas e artefatos urbanos escondidos e camuflados em nosso dia a dia, tentando não deixar que o medo me domine (pelo menos não por completo!)

sábado, 3 de outubro de 2009

Fotos Bizarras: Ainda assombrado pelo Fantasma

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Aqui, mais uma foto do Fantasma de Apartamento. Depois de algumas perguntas, eu ofereci um lanche pra ele, que foi degustado de uma forma peculiar: o Fantasma pegava somente a alma dos biscoitinhos e da limonada... pedacinhos de luz saiam dos alimentos e iam para a sua boca, escondida na mortalha.

Depois do farnel, rapidamente, num pé de vento seguido de lampejos, a criatura levantou-se e sumiu vaporosa pela parede lateral daqui de casa. Eu até ofereci mais, mas ela murmurou dos recôndidos de sua pseudo-garganta ectoplasmática: "Não, não! Não se incomode!"

É compreensível, pois creio que biscoitinhos e limonada dificultam a materialização dos espectros. Ou então eles tem medo de engordar.

Você deve estar se perguntando se eu provei depois dos restos mortais do lanche.

O que você acha? Preciso responder?

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Fotos Bizarras: Fantasma de Apartamento

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Todos nós sabemos que nossas casas escondem campos de força, passagens misteriosas, portais interdimensionais colossais, fluxos e marés de energia bizarra e invisível aos nossos olhos humanos. Uma criatura que é elemento tradicional dessas efemérides e bem tradicional nos centros urbanos é o fantasma de apartamento.

Geralmente, nossos lares abrigam mais ou menos uns 400 espectros fixos e mais uma centena de seres vaporosos não identificados, que estão apenas passando de um ponto a outro, usando o seu apartamento apenas como uma estação de metrô gratuito. Nem pense em cobrar entrada, pois as moedinhas que eles lhe darão evaporarão no dia seguinte (aposto que não tinha pensado nisso!)

Como pode ver, é uma multidão que lhe visita diariamente. Quer uma diversão para toda a família? Experimente contar hoje à noite, quando for deitar. Fique olhando fixamente para algum ponto do seu quarto, se concentre e seja tomado pelo espetáculo de luzes bruxuleantes.

Recentemente, eu consegui registrar uma criatura etérea, que se materializou e se aconchegou na poltrona da sala aqui de casa, enquanto eu estava na varanda, olhando o céu e curtindo o arzinho frio da madrugada que eu tanto gosto. Aproveitei que o meu detector de espectros estava em cima da mesinha de centro e rapidamente registrei a imagem assustadora.

Quando fui puxar uma conversa com ele... puf! Sumiu raspando pelos cantos da sala e sumindo no teto, deixando uma mancha de energia azul pulsante, que foi se dissipando aos poucos. Cheguei a pegar detergente na cozinha, mas realmente sumiu. Fantasma biodegradável é outra coisa, realmente.

Você me pergunta, então, qual a diferença entre os espíritos de cidade e da roça. Pois muito bem, vamos lá: Os fantasmas de apartamento não tem tempo a perder, estão sempre na agitação da cidade, trabalhando e interagindo. Ao contrário dos fantasmas da roça, que gostam de observar as modas e os vivos (mastigar um filetinho de planta ectoplasmática) e falar o que pensam, sem papas na língua. São pessoas bem transparentes, bem abertas.

Bom... Isso posto, só me resta continuar a registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Fotos Bizarras: Superman Ectoplasmático 2

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Mais uma foto do Superman ectoplasmático subindo rumo a um destino só conhecido por ele. Como já explicado na foto anterior desta série, ele estava numa espécie de ascensão solitária bem lenta, até sumir no teto.

Se ele aparecer na sua casa, por favor, me avise. Eu pago o taxi dele de volta aqui pra casa. As aparições desse tipo costumam se manifestar entre 3 e 5 da manhã, geralmente quando a gente levanta pra fazer xixi ou beber água.

É acender a luz e tomar o susto.

Fotos Bizarras: Fantasma Vermelho

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Durante uma pausa na gravação lá no estúdio, eu e meu amigo e colega Rodrigo, que é ator e operador de áudio, batemos algumas fotos divertidas, fazendo brincadeiras pra relaxar um pouco. Em uma das fotos, uma coisa bizarra e inesperada aconteceu. Minha imagem ficou totalmente borrada e com uma aparência assustadora - mais do que o normal, pelo menos - e fantasmagórica.

Se você quiser realmente chegar bem perto da imagem e reparar nos detalhes da formação ectoplasmática, tudo bem, não posso impedir ninguém, o livre arbítrio está aí pra isso mesmo, mas eu vou avisando logo que pode causar alguma espécie de medo primitivo, daqueles que são sementes sombrias, podendo eclodir em pesadelos infernais.

Só me resta continuar a registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem...

...e mesmo que eu não queira! ...

Fotos Bizarras: Restaurante Macabro

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Sempre que saio para jantar fora com minha esposa Fran e amigos e resolvemos ir em um determinado restaurante que tem a temática de guerra, eu não resisto aos papéis toalha que colocam nas mesas. Ricamente fotografados e ilustrados com soldados, cenários exóticos, pinups e aviões, uma pequena diversão nossa é desenhar por cima do pobre piloto que adorna a mesa.

Talvez inspirado por alguma energia e/ou força desconhecida eu sempre imagino um molusco aterrador sugando o cérebro do pobre oficial, que acaba zumbificado, depois da experiência dolorosa e macabra. Imagino que o mesmo possa ter caído com o avião em uma ilha do Pacífico que sofreu experiências nucleares e está povoada agora por toda espécie de criaturas abissais assustadoras e primitivas. Não sei se isso seria um sinal para não comermos frutos do mar nesse restaurante – que são bem suculentos - ou se é apenas um delírio provocado pela fome, mas fica o registro de mais uma foto bizarra do cotidiano urbano...

PS: Depois que deixamos a mesa, eu noto que as garçonetes adoram olhar os rabiscos que fazemos nos papéis toalha. De alguma forma elas sabem de alguma coisa e não podem revelar. Eu sinto isso...

terça-feira, 16 de junho de 2009

Fotos Bizarras: Superman Ectoplasmático

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem brinquedos ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Essa foto é da epoca em que morávamos numa linda casa em Lins de Vasconcelos, aqui no Rio de Janeiro. Quem assistiu aos vídeos do Tobias, meu cão negão, deve conhecer o belo local através das gravações que fiz. O que posso revelar agora é que realmente uma série de coisas bizarras aconteciam por lá e deixavam meu detector de espectros com flutuações fora de qualquer escala conhecida. Foram várias manifestações que ocorreram, para o espanto de minha família.

Como tenho um Teatro de Bonecos e utilizo com freqüência a criatividade, isso acaba atraindo toda a sorte de... bom... energias e forças desconhecidas. Certo final de tarde de inverno, eu estava subindo para o segundo andar da casa quando me deparei com essa aparição Kryptoniana de terceiro grau, flutuando, para o alto e avante, rumo a um destino desconhecido e ectoplasmático. Rapidamente saquei a máquina/detector de espectros e registrei o momento aterrador, antes que o diminuto ser sumisse, atravessando o teto...

Os detalhes me causaram espanto e fascinação, desde a capa esvoaçante, até a expressão heróica e distante de Kal-El. Ele subia lentamente, como se estivesse em uma procissão milenar, rumo a um destino que somente ele conhecia.

Estaria ele tentando sair de sua condição de forma de vida de brinquedo e alçando vôos maiores do que as apresentações do Teatro de Bonecos? Teria ele recebido uma proposta melhor do que a minha para continuar a trabalhar? Será que ele, talvez, tivesse morrido e sua alma de plástico estava indo para um Valhalla dos bonecos e eu captei o momento de sua transição?

Muitas perguntas e tão pouco tempo...

Só me resta continuar a registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem...

Zumbi de Apartamento... ANIMADO!

O nosso querido internauta e fã do Teatro de Bonecos, Toni Kei, não resistiu e fez uma animação em cima da foto assustadora do Zumbi de Apartamento! Veja e sinta vontade de jogar Resident Evil você também! Ma oooi!!! ^__^

domingo, 14 de junho de 2009

Fotos Bizarras: Pateta Devorador de Almas

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Na semana do natal retrasado eu estava visitando a casa de uma amiga nossa, a Zizi com minha esposa Fran e eu reparei que na decoração da casa dela despontava um pequeno Mickey Mouse iluminado. Vocês devem ter visto essa criatura na minha sessão de fotos bizarras, que tenho publicado aos poucos, em doses homeopáticas (para não causar traumas em ninguém).

Organizando meus arquivos bizarros, encontrei uma segunda foto desse dia, o que eu desaconselho para quem tem nervos sensíveis.

O tempo parou para eu olhar para aquela criatura diminuta, flutuando a poucos palmos do chão de ladrilhos...

Ardendo, acompanhando seu mestre, lá estava o lacaio de Mickey: o Pateta.

Isso me fez lembrar (com calafrios de horror) a mitologia egípcia, o que me propiciou imaginar um paralelo com esta imagem que registrei. Fiz uma pesquisa, que publico aqui para você, querido e assustado leitor:

Apesar das mais antigas informações escritas a respeito do sistema nervoso estarem associadas ao Antigo Egito, o cérebro humano não era considerado um órgão envolvido com funções mentais superiores. Por exemplo, o cérebro era totalmente descartado durante o processo de mumificação e a cavidade craniana era preenchida com faixas de linho umedecidas em resina. Já o coração e o fígado, por exemplo, eram removidos com muito cuidado e guardados em recipientes onde permaneciam preservados para a "viagem do morto”.

A mente/alma era uma entidade invisível e imortal que seria julgada após a morte do corpo pelos seus atos durante a vida. O coração, órgão que servia de sede para a alma, era capaz de recordar tudo o que foi feito enquanto vivo. Na morte, o coração seria pesado contra uma pluma e conforme seu peso a pessoa seria julgada culpada ou inocente. Durante a cerimônia da pesagem do coração era decidido se o sujeito seria mandado para paraíso ou serviria de alimento para a figura mitológica parecida com um crocodilo chamado de Devorador ou Amun.

Em “O Julgamento perante Osíris” do “Livro dos Mortos” – 1285 a.C. Vemos o morto sendo trazido por Anúbis, deus da mumificação (com cabeça de chacal). Em seguida, temos o Devorador de Almas observando a pesagem do coração. Ao seu lado direito, o Thot, deus da sabedoria. À sua direita, temos Hórus, com cabeça de falcão, deus do céu. Sentado a direta, Osíris, deus do mundo subterrâneo.

Veja neste link a imagem!

Os detalhes me causaram espanto e fascinação, pois Mickey, na foto, carregava em uma das mãos um coração negro e seco, que poderia muito bem estar sendo levado para uma “pesagem” sob a presença do DEVORADOR DE ALMAS...

...PATETA!

Espero conseguir registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem... (medo)

sábado, 13 de junho de 2009

Fotos Bizarras: Zumbi de Apartamento

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Encontrei uma foto estranhíssima que estava guardada nos recônditos do meu computador, o que me deu medo assim que a abri na tela do monitor. Era como se aranhas geladas subissem pela minha espinha e dessem pequenas mordidas no meu corpo.

O tempo parou para eu olhar para aquela criatura medonha, estacionada, travada em um ciclo eterno, no corredor do antigo prédio que eu morava. Reparem no teto, onde pendem as iluminarias, balançando à sua própria sorte, demonstrando o estranho fluxo de perturbação magnética do local.

O que ela estaria esperando, parada, imortalizada naquele momento impactante? Talvez carnes humanas para aplacar sua fome psicológica sem fim? Seria uma espécie de zumbi urbano? Seria o espírito de um nerd?

Quem bateu essa foto foi minha esposa Fran, que evitou a todo custo ser percebida.

O mais estranho de tudo é que eu mesmo não tenho nenhuma recordação desse dia. Parece que apagaram de minha memória de uma forma definitiva e misteriosa...

Espero conseguir registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem... (medo)

domingo, 31 de maio de 2009

Fotos Bizarras: Procriação de brinquedos

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Neste feriado, eu, Fran e Yuna saímos para encontrar com uma outra amiga, a Chubi e fomos testemunhas de MAIS UMA cena bizarra no shopping. Desta vez eu estava munido do meu catalogador de espectros (disfarçado de câmera). Veja a imagem impressionante que consegui registrar.

Na savana urbana dos brinquedos, na mesmíssima loja, o ritual de acasalamento de uma espécie bizarra de dinossauro petit acontecia para quem quisesse observar ou apreciar. Seria isso o fruto dos esforços dos funcionários da loja na procriação de seus produtos? Se afirmativa a resposta, por que o preço tão alto, já que a matéria prima pode ser obtida no cativeiro?

Reparem na criatura amarela e esponjosa que parece estar cercando a retaguarda do reptil, iniciando um bizarro cortejamento. Fico me perguntando se eles seguem o ritual das girafas africanas, quando a fêmea urina para o macho poder descobrir se ela está no cio.

Continuo minha pesquisa informal sobre as criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia, tentando não deixar que o medo me domine (pelo menos não por completo!)

Fotos Bizarras: Mickey from Hell

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Na semana do natal retrasado eu estava visitando a casa de uma amiga nossa, a Zizi com minha esposa Fran e eu reparei que na decoração da casa dela despontava um pequeno Mickey Mouse iluminado que me causou medo, confesso. Como a gente morava em vila (agora moramos em apartamento), era tudo pertinho e todo mundo era vizinho, dei uma passadinha em casa e peguei a câmera para registrar.

O tempo parou para eu olhar para aquela criatura diminuta, flutuando a poucos palmos do chão de ladrilhos...

Ardendo, como se estivesse prestes a explodir em uma combustão espontânea, um fogo fátuo demoníaco.

Incandescente, como se fosse um farol, um guia para alguma classe de ser fantasmagórico se orientar nos diversos portais espalhados em nossa realidade.

Os detalhes me causaram espanto e fascinação, pois Mickey carregava em uma das mãos um coração negro e seco (ou seria um outro órgão?) como se fosse um membro da seita de KALI (lembram de Indiana Jones e o Templo da Perdição?)

Reparem que ele está com um olhar cândido, para o alto, como se esperasse a aprovação de alguma entidade superior.

Ou talvez estivesse olhando para as nuvens, somente aguardando a saraivada de fogo do céu, trazendo a ira de Deus...

...eu não sei...

Espero conseguir registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem... (medo)

Fotos Bizarras: Fantasmas de Jeans

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Eu estava descansando, olhando pela janela aqui de casa, enquanto batia uma brisa fresquinha, quando me arrepiei todo. No prédio em frente ao meu, uma reunião milenar de fantasmas, flutuando numa varanda, conversando animadamente sobre suas vidas vaporosas. Eu procurei os pés, com um palpitar no peito, para que pudesse retomar um controle emocional imediato e uma sensação de segurança (eu podia estar sonhando acordado) mas nada encontrei, apenas o ar sob as calças jeans. As pernas bizarras estavam lá, sem a menor pressa. Rapidamente peguei minha câmera / detectora de espectros e registrei o momento macabro, antes que tudo sumisse.

Continuo minha pesquisa informal sobre as criaturas escondidas e camufladas em nosso dia a dia, tentando não deixar que o medo me domine...

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Fotos Bizarras: Disco Voador em Shopping


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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Em uma ida ao shopping center, eu, Fran e Yuna aguardávamos uma outra amiga quando eu fui tomado por uma estranha sensação de estar sendo observado. Alguma coisa parecia estar me seguindo desde que entrei na construção. O mesmo sexto sentido me alertou para olhar pra cima e registrar imediatamente um detalhe bizarro: uma nave alienígena perfeitamente acoplada no teto, com suas luzes acesas.

Claro, eu sei, parece loucura, parece uma insanidade minha, mas eu sempre procuro ser uma testemunha imparcial de minhas investigações espontâneas. Eu apresento a evidência e depois todos podem analisar e tirar suas conclusões; sejam estas científicas, paranormais ou mesmo no terreno fértil do achismo popular.

Uma coisa que corrobora com a minha teoria são as estranhas inscrições no banheiro no nível dos cinemas deste shopping. Confesso que não reconheci a linguagem utilizada, cheia de símbolos e garranchos cravados na parede e nas portas, como se quisessem deixar para sempre uma assinatura milenar.

Outro fato que não pode ser negado: os seguranças estavam me olhando curiosamente quando eu saquei a minha câmera digital detectora de espectros e captadora de ondas. Mas talvez fosse um motivo mundano e perfeitamente plausível: porque é proibido bater foto perto de algumas lojas... não sei, preciso investigar melhor isso...

Continuo minha pesquisa informal sobre as criaturas / artefatos urbanos escondidos e camuflados em nosso dia a dia, tentando não deixar que o medo me domine (pelo menos não por completo!)

sábado, 18 de abril de 2009

Fotos Bizarras: Gnomos Urbanos


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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Segundo uma pesquisa que fiz na internet;

Os gnomos são espíritos de pequena estatura amplamente conhecidos e descritos entre os seres elementais da terra. A origem das lendas dos gnomos terá muito provavelmente sido no oriente e influenciado de forma decisiva a cultura antiga da Escandinávia. Com a evolução dos contos, o gnomo tornou-se na imaginação popular um anão, senão um ser muito pequeno com poucos centímetros de altura. É comum serem representados como seres mágicos não só protetores da natureza e dos seus segredos como dos jardins, aparecendo como ornamento. Usam gorros vermelhos e barbas brancas, trajando por vezes túnicas azuis ou de cores suaves. Na mitologia nórdica, os gnomos confundem-se com a tradição dos anões, pelo que não é invulgar associá-los a seres que habitam as cavernas ou grutas escuras e não suportam a luz do sol. No conceito geral, têm a capacidade de penetrar em todos os poros de terra e até de se introduzirem nas raízes das montanhas, explorando os mais ricos minérios ocultos e trabalhando-os com intenso e delicado labor. Como são difíceis de ver, simbolizam o ser invisível que através do inconsciente ou da imaginação e visão onírica tornam visíveis os objetos e materiais desejados pela cobiça humana. São os guardiões de tesouros íntimos da humanidade. Por vezes um gnomo capturado pode ceder desejos a um humano que o capture, mas a maioria das vezes o desejo realizado pode acabar por se tornar uma maldição. Tal atitude deve-se ao fato que um gnomo castiga com ardis o ser que odeia, e por isso na imaginação popular da cultura europeia mediterrânea, o gnomo é feio, disforme e malicioso.

Pois muito bem; revelado todo este histórico milenar dos Gnomos, eu me deparei com dois exemplares urbanos destas criaturas no alto de um muro de uma casa. Pequenos, olhos maliciosos, com seus gorros característicos, eles não estavam penetrando em nenhum poro da terra, perscrutando raízes das montanhas ou explorando minérios ocultos. O único labor intenso que estavam executando era mexer com as moças que estavam passando na calçada, vociferando impropérios, comentando efusivamente sobre a beleza das mesmas e dando cusparadas no chão. Para chamar a atenção das moças que passavam pra lá e pra cá, emitiam um assovio intenso, um silvo fino de suas bocas diminutas, produzido nas frestas dos dois dentões da arcada superior e o lábio inferior. Para completar o quadro, em meio a comentários improprios e lascivos, eles coçavam as orelhas com chaves.

A comunidade dos Duendes não era mais a mesma; milhares de anos de cultura e mistério, perdidos em uma tarde de verão...

Espero conseguir registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem...

Notas:

(1) Um fato curioso: No dia que bati esta foto, estava uma ventania danada. Quando saquei a câmera e dei o foco, tudo ficou silencioso, como se fosse um vácuo. Nenhum passarinho piava, nenhuma folha farfalhava no chão ou nas árvores... Absoluto silêncio, vazio, um ar parado e seco. Eu, é claro, tive medo. Muito medo.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Fotos Bizarras: Os Patos do Parque


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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Neste caso, recebi uma colaboração de um dos leitores aqui do blog, Allan Rolim, que muito carinhosamente enviou essa imagem perturbador, obtida em um parque de diversões. Segue o simpático e-mail, seguido de observações de Allan sobre as criaturas:

"Olá Guilherme Briggs! Como vejo sempre no blog o seu desejo em fazer uma série fotográfica com brinquedos, coisas estranhas e medonhas. Esse final de semana tive uma oportunidade, de talvez colaborar; estive em um parque de "diversões" de uma exposição de minha cidade, e me deparei com essa coisa, pedi na hora a camera pra namorada e disse " vou tentar mandar pro guilherme briggs", eis ai, patos girando em circulo num trilho, e devidamente vazios, pois acho que é auto-explicativo pela bizarrice estampada no rosto deles a ausência de crianças sobre eles. Ah! e aquela coisa de fã maluco, adoro seu trabalho, sou teu fã desde piqueno e adoro achar suas vozes por ai. Espero que tenha gostado da contribuição."


Muito obrigado, Allan, como pode ver, já está publicado aqui no blog! ^__^ Isso vai ajudar muito no sentido de nenhum pai ou parente deixar que suas crianças estabeleçam contato físico com esses seres. Não é sempre que estamos munidos de detectores de espectros para avaliar se uma criatura desse porte realmente está viva ou não, portanto é sempre bom nos preservar...

sábado, 11 de abril de 2009

Fotos Bizarras: O Boneco de Jack

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Quando vi esse boneco do Jack Nicholson como seu imortal personagem Jack Torrance, de O Iluminado, fiquei impressionado com a riqueza de detalhes. Pelas fotos que vi pelo E-Bay, ele parecia até mesmo o ator em alguma cena não filmada, tamanho realismo. Entrei em contato com o vendedor(1) - muito simpático, por sinal - fechamos negócio e eu fiquei esperando meu Jack chegar de avião lá da Coréia até o Brasil.

Fiquei estarrecido e com medo também, pois nas primeiras fotos, de brincadeira, eu percebi uma coisa: A realidade era tão grande, que o boneco parecia estar SUANDO.

A pele gordurosa, brilhante, cheia de vincos e marcas de expressão, com a barba mal feita, olhos injetados e cabelos desalinhados e as pequenas feridas de sangue em todo o rosto criavam uma sensação de desconforto em mim. Eu tinha a impressão que o boneco iria acordar do sono do reino de plástico a qualquer momento, exigindo que eu explicasse onde ele estava, totalmente descontrolado e aos berros.

Lembrei de alguns casos em que colecionadores reclamaram de seus bonecos terem se mexido durante a noite, assumindo uma posição diferente, bem sutil, como se estivessem vencendo as juntas congeladas pela falta de um espírito humano em seus corpos manufaturados.

O grande motivo de manterem seus itens em caixas não era para valorizar o preço e sim para mantê-los em um vácuo controlado, entorpecedor, para que o boneco não saísse e começasse a roubar porções da alma de seu dono ou de animais da casa.

Sim, muitos bonecos são como vampiros de ectoplasma.

Jamais esqueci de um incidente em que um boneco do Mickey Mouse (Disney) roubou porções do ectoplasma de um boneco da Warner (acredito que um Patolino ou um Gaguinho, não tenho certeza) e acabou se jogando na lareira.

Espero conseguir registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem...

Notas:

(1) Um fato curioso: A caixa do boneco do Jack estava lacrada de uma forma extremamente (e assustadoramente) obsessiva, com fitas adesivas industriais, goma arábica e grampos reforçados.

...e o vendedor parecia realmente MUITO alegre em ter feito essa venda.

(medo)

domingo, 5 de abril de 2009

Fotos Bizarras: Homúnculos servidos em lanchonete famosa

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Fui ofertado pela amiga e colega dubladora Luisa Palomanes com uma pequena criatura que está sendo oferecida acompanhando uma refeição composta de carne, pão, condimentos e Solanum tuberosum frito, que é um tubérculo perene pertencente à família das Solanaceae.

Fiquei estarrecido e com medo também, mas não hesitei em analisar com cuidado e em um ambiente controlado o diminuto ser: Um homúnculo(1) servido com alimentos, com o conjunto sendo batizado com o nome de “Lanche Feliz” de uma cadeia de fast-food famosa mundialmente.

Notem a cabeça desproporcional da entidade verde, de longas orelhas pontudas, decepada e recosturada em uma espécie de nave ou transporte aéreo. Seria isso uma espécie de auto-imolação, decorrente de uma seita antiga com influência dos deuses astronautas?

Lembrem-se dos antigos rituais shamanicos, onde muitas vezes a carne era submetida a um estresse sobre-humano para o alcance de uma iluminação, para que os iniciados atingissem um estado em que uma Força maior estaria presente, dissipando todos os desejos, ansiedades e dores.

Entendam como uma dor maior, lancinante, suplantando qualquer outra, seja física ou mental.

Espero conseguir registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem... (medo... eu tenho muito medo...)

Notas:

(1) A alquimia possuí três objetivos, o primeiro é transmutar metais inferiores em ouro, o segundo fabricar o Elixir da Longa Vida e o terceiro é a criação de vida humana artificial a partir de materiais inanimados (um clone humano na acepção moderna), os homúnculos. Não se pode duvidar da influência que a tradição judaica teve neste aspecto, pois na cabala existe a possibilidade de dar vida a um ser artificial, o Golem.

Fotos Bizarras: Sapos metamorfos na savana urbana

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Neste final de semana eu, Fran e Yuna saímos para encontrar com uma outra amiga, a Chubi e fomos testemunhas de MAIS UMA cena bizarra no pátio principal do shopping. Como eu não estava munido do meu catalogador de espectros, pedi emprestado o celular da Yuna para registrar essa imagem impressionante.

Quem me chamou a atenção para o que acontecia na vitrine foi a Fran.

Na savana urbana dos brinquedos, a procriação de uma espécie bizarra de sapos gigantes metamorfos acontecia para quem quisesse observar ou apreciar (OU NÃO). Fico impressionado em como essas criaturas urbanas conseguem se mesclar de uma forma que somente com um segundo ou terceiro olhar a gente percebe verdadeiras cenas escabrosas.

Reparem no olhar de satisfação de um sapo, ao mesmo tempo em que no outro o terror e a aceitação da desgraça acompanha o outro.

Bom... O difícil é saber quem está com o olhar de terror e quem está com o olhar de satisfação...

Preciso analisar melhor essa foto para dados mais conclusivos em minha pesquisa sobre as criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

Fotos Bizarras: O Coelho da Páscoa

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Eu sempre quis fazer uma série de fotografias que mostrassem lugares ou coisas cotidianas que despertassem algum sentimento estranho, aquela sensação de medo, que a gente não consegue explicar.

Neste final de semana eu, Fran e Yuna saímos para encontrar com uma outra amiga, a Chubi e fomos testemunhas de uma cena bizarra no pátio principal do shopping. Como eu não estava munido do meu catalogador de espectros, pedi emprestado o celular da Yuna para registrar essa imagem impressionante.

O que seria essa imagem impactante?

Uma cena do crime, onde um coelho gigantesco jazia em um trono de sacrifícios? Reparem no material fotográfico e os especialistas colhendo evidências e provas para uma posterior análise forense. Confesso que jamais tinha visto um animal dessa raça com esse porte. A ossada dele deve ser magnífica, assim como sua pele de pelúcia.

Eu confesso que senti medo da forma como ele estava recostado, como se tivesse dado o último suspiro, deixando para trás uma vida de muita fartura (reparem nas cenouras geneticamente modificadas ao lado da criatura colossal). Eu fiquei imaginando ele se levantando do nada, talvez erguido pelos gases em expansão em seu corpo após o rigor mortis.

Mais uma vez... O tempo parou para eu olhar para aquela criatura fofa, recostada, aguardando que anjos o levassem para um descanso eterno na terra dos Teletubbies ou de algum Garoto, como marcava a inscrição da soleira de seu altar oval, estilo hobbit.

Espero conseguir registrar mais criaturas urbanas escondidas e camufladas em nosso dia a dia.

... se assim estas permitirem... (medo... eu tenho muito medo...)